O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), através da sua Comissão de Cultura e Memória, celebra o centenário de nascimento de desembargadores ilustres que marcaram a história da justiça paraibana. Solenidades com entrega de placas aos familiares destacam o legado dos desembargadores que fazem parte da História e memória do Poder Judiciário.
Essas celebrações fazem parte de um projeto de preservação da memória, visando reconhecer os relevantes serviços prestados por esses magistrados à sociedade paraibana e fortalecer a história do Poder Judiciário. O Tribunal de Justiça da Paraíba tem a tradição de comemorar de forma festiva o centenário dos seus desembargadores,
marcando a memória, a vida e a dedicação deles aos Poder Judiciário.
Trata-se de um projeto da Comissão de Cultura e Memória idealizado pelo desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, no ano de 2014. Atualmente a Comissão é presidida pelo Desembargador Onaldo Rocha de Queiroga.
Homenageado em solenidade no dia 21 de março de 2025. O magistrado nasceu em 6 de fevereiro de 1925, em Patos, e ingressou no cargo de desembargador em 1984. Filho do coronel de polícia Vicente Jansen de Castro e Alzira de Luna Freire Jansen. Estudou o curso de Direito no Recife. Disposto a seguir a carreira jurídica, ingressou no Ministério Público em 13 de novembro de 1953, como promotor substituto da Comarca de Princesa Isabel. Em 24 de maio de 1984, por indicação do Pleno do Tribunal de Justiça, Orlando Jansen figurou em lista tríplice e foi escolhido pelo então governador Wilson Leite Braga. (Por Lila Santos).
Teve seu centenário celebrado pelo Tribunal Pleno em 13 de novembro de 2024. Nascido em Mamanguape em 12/11/1924, teve uma trajetória notável como advogado e magistrado.
Nasceu em 4 de abril de 1924, no município de Remígio. Homenageado em 15 de agosto de 2024. Filho de Severino Alves de Araújo e Olívia Alves da Costa. Constituiu família com Criselides Costa Bronzeado. Concluiu o curso de Direito, em 1947, na Faculdade do Recife (PE) e ingressou no Ministério Público da Paraíba no ano seguinte.
Atuou como promotor público substituto em Areia, foi deputado federal (1958 e 1962); assessor da Procuradoria-Geral da Justiça e da Presidência do Tribunal de Justiça (1978/1979) e secretário de Segurança Pública do Estado.
Foi desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba (1981-1985), presidente do Tribunal Regional Eleitoral (1984-1985), presidente da Segunda Câmara Cível (1985), procurador de Justiça junto às 1a e 2a câmaras cíveis do TJ, além de chefe de polícia, secretário do Interior e Justiça e de Segurança Pública. (Texto de Nice Almeida).
Celebrado em 8 de agosto de 2024. Nascido em 2 de julho de 1924, em Mataraca, foi nomeado desembargador em 1969 e serviu até sua aposentadoria em 1992.
Celebrado em 24 de outubro de 2021. Desembargador Genival Ferreira Cajú nasceu na cidade de Bonito de Santa Fé, no extremo oeste da Paraíba. iniciou suas atividades profissionais como promotor público substituto da Comarca de Itaporanga e ingressou na magistratura como juiz em Araruna, nomeado em 16 de junho de 1952. No 1o Grau, foi magistrado, ainda, nas Comarcas de Ingá,Itaporanga, Campina Grande e, em julho de 1967, foi removido para a 7a Vara de João Pessoa. Em 3 de outubro de 1988, o juiz Genival Cajú foi nomeado para o cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba. O magistrado aposentou-se no mês de outubro de 1991. Também foi integrante do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba.
Celebrado em 26 de setembro de 2022. O Desembargador Mário Moreno nasceu no município de Arara, em 26 de setembro de 1922. Ele é filho de Anésio Deodônio de Sousa Moreno e de Maria da Glória da Cunha Moreno. Formou-se Bacharel em Direito, pela Faculdade do Recife, em 1949, e foi nomeado Promotor Público Substituto de Areia em 1950.
Ingressou na magistratura como juiz da Comarca de Brejo do Cruz, através de concurso, sendo nomeado em 21 de dezembro de 1950.
De Brejo do Cruz foi removido para Caiçara, sendo logo em seguida para Sapé. Depois, atuou nas Comarcas de Itaporanga, Alagoa Grande, Santa Rita, Campina Grande e João Pessoa. Foi nomeado em 1o de março de 1977, para o cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba.
O homenageado ainda foi presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), no período de 11 de janeiro de 1979 a 31 de janeiro de 1980. Foi Corregedor-Geral de Justiça no biênio de 1985 a 1986 e se aposentou em 29 de setembro de 1992.
O desembargador Simeão Cananéa nasceu em 12 de dezembro de 1920 na cidade de Remígio. Celebrado em 16 de dezembro de 2020. O desembargador Simeão Cananéa nasceu em 12 de dezembro de 1920 na cidade de Remígio. A carreira na magistratura teve início em 1953, na Comarca de Santa Luzia. Exerceu jurisdição nas comarcas de Princesa Isabel, Bananeiras, Campina Grande e João Pessoa, e, em 1969, foi nomeado desembargador do TJPB. Foi presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba entre 1973 e 1974 e presidiu, também,
o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB).
Nasceu em Cruz do Espírito Santo-PB, em 6 de dezembro de 1919. Filho de José Domingues Porto e Dona Nautília da Gama Porto, ele juiz de Direito daquela comarca. Bacharel pela Faculdade de Direito do Recife, turma de 1946, o desembargador Sílvio Pélico Porto foi prefeito de Guarabira e diretor do Departamento de Publicidade do Estado, tendo movimentado o Jornal
A União e fazendo circular o centenário Correio das Artes, dirigido por Edson Régis.
Em 1954, foi eleito deputado estadual e, em 19 de outubro de 1959, nomeado para o cargo de secretário do Interior, Justiça e Segurança Pública. Nomeado desembargador em 30 de abril de 1981, e com larga experiência jurídica. Exerceu o cargo de procurador Jurídico do Estado e permaneceu como desembargador até seu falecimento, em 14 de maio de 1984. Foi presidente Tribunal Regional Eleitoral e professor de Direito Civil da UFPB. (Por Kubitschek Pinheiro/ Gecom-TJPB)
Nasceu, no dia 15 de março de 1922, no Sítio Belo Jardim, no Município de Bonito de Santa Fé, no alto Sertão da Paraíba, e faleceu aos 97 anos de idade, em sua residência, no dia 12 de dezembro de 2019. Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Iniciou suas atividades como funcionário do Fisco estadual, onde exerceu o cargo de diretor do Departamento de Fiscalização e Despesas Públicas. Por concurso público, nomeado promotor de Justiça. Foi designado, no dia 14 de junho de 1977, para a Primeira Promotoria de Guarabira.
Em 21 de março de 1983 assumiu o cargo de Procurador-Geral da Justiça. Foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba, em 27 de novembro de 1985. Ele aposentou-se em 14 de março de 1992. Chegou a ser corregedor-geral de Justiça e presidente da Câmara Criminal do TJPB. Autor das obras: “Roteiro da Coluna Prestes”; “As Histórias que eu conto e os contos que eu faço”; “Enquanto há tempo...” e “Antes que seja tarde”. (Por Lila Santos)
Histórico - O desembargador Antônio Marques Mariz Maia nasceu em Catolé do Rocha, em 12 de fevereiro de 1919, filho de João Agripino de Vasconcelos Maia e de dona Angelina Maria Mariz Maia. Tornou-se bacharel no ano de 1948, pela Faculdade do Recife. Foi promotor público de Caicó, no Rio Grande do Norte,
e prefeito de Brejo do Cruz (PB). Sua primeira comarcar foi Pilões, nomeado em 30 de abril de 1954.
Assumiu o cargo de desembargador em 12 de fevereiro de 1969 e presidiu o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), no ano de 1972. (Por Kubitschek Pinheiro e Lila Santos).
Nasceu em Campina Grande, em 1o de setembro de 1917. Era filho de Archimedes Souto Maior e de Áurea Baltar Souto Maior. Arquimedes Filho formou-se em Direito, no ano de 1945, pela Faculdade do Recife. Exerceu, durante dez anos, o cargo de Inspetor do Serviço de Proteção aos Índios, ingressando na magistratura como juiz de Direito de Sumé, nomeado a 27 de junho de 1951. Foi o primeiro titular daquela comarca, que instalou, com a sua posse, em 20 de julho do mesmo ano.
No dia 27 de outubro de 1972, Arquimedes Filho foi nomeado para o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça e, exerceu a Presidência do TJPB no período de 1978 a 1979. Foi aposentado em 11 de setembro de 1987.
Integrou o Tribunal Regional Eleitoral, exercendo as funções de juiz-corregedor e presidente daquele órgão. Arquimedes foi casado com a Senhora Maria Marta Guedes Pereira Souto Maior, filha de Walfredo Guedes Pereira Sobrinho e de Alzira Espínola Guedes Pereira. Faleceu em João Pessoa, em 3 de fevereiro de 1994 (Por Gabriela Parente).
Nasceu em 4 de maio de 1914. Reconhecido como magistrado justo e de trajetória ilibada, atuou na Justiça Eleitoral. Os cem anos de nascimento do desembargador Francisco Floriano da Nóbrega Espínola (in memoriam) foi comemorado em 29 de maio de 2014. Na sua administração como presidente do Tribunal, promoveu profundas mudanças administrativas, a exemplo da construção do Fórum de Campina Grande, além de trazer para as dependência
deste poder a Cripta de Epitácio Pessoa.
A sessão solene foi realizada no dia 29 de maio de 2014, às 17h, no Tribunal Pleno. Ele faria cem anos no dia 4 de maio daquele ano.
Natural da capital paraibana, o magistrado Rivaldo Pereira da Silva formou-se em Direito em 1940 pela tradicional Faculdade do Recife, tendo iniciado suas atividades profissionais como advogado em João Pessoa, onde exerceu o cargo de Suplente de Juiz de Direito.
Ingressou na magistratura como Juiz da comarca de São José de Piranhas, nomeado a 22 de fevereiro de 1945 por decreto lei. Permaneceu por mais dez anos naquela Comarca, de onde saiu promovido a 18 de junho de 1955. Passou por Cajazeiras no final da década de 50. Em 1960, chegou a Comarca de Campina Grande como titular da Quarta Vara. Em 11 de abril de 1962 foi removido para a Terceira Vara da Capital. Faleceu em 9 de agosto de 1978 (Por Gabriela
Parente).
A sessão solene ocorreu no dia 21 de maio de 2015 no Tribunal Pleno. Ele teria feito cem anos no dia 9 de março do mesmo ano.