Trajetória Institucional: Do Superior Tribunal de Justiça do Paraíba do Norte ao atual Tribunal de Justiça da Paraíba.
Evolução Arquitetônica: A metamorfose do espaço do saber escolar à imponência do Palácio.
Epitácio Pessoa – Patrono da Justiça do Estado da Paraíba
O Governador Ricardo Coutinho concede o Título de Patrono do
Poder Judiciário do Estado da Paraíba ao inolvidável Estadista e
Ex-Presidente da República Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa,
sancionando a Lei 10.497, de 10 de agosto de 2015, por ocasião
doSesquicentenário de seu nascimento.
Entrega do Museu e Cripta de Epitácio Pessoa
O Palácio da Justiça passou a abrigar o 'Museu e Cripta de
Epitácio Pessoa', inaugurado em 23 de maio de 1965, com a inumação
solene do ex-presidente e de sua esposa, Mary Sayão. O ato ocorreu no
centenário de nascimento de Epitácio Pessoa, após o traslado dos
restos mortais vindos do Rio de Janeiro. (Foto 2025 – Cripta)
Ampliação do Palácio
Já em 1961, foi concluída a ampliação de sua ala esquerda. Essas
reformas procuraram não alterar as linhas gerais da edificação.. (Foto
1965 - Palácio da Justiça)
Ampliação do Palácio
Em 1960, foi concluída a ampliação da ala direita do Palácio da Justiça.
Mudança de prédio da Escola Normal
Foi inaugurado em 1939 o Instituto de Educação, constituído pelo
Edifício Central (atual Liceu
Paraibano) e pela Escola Normal, que
foi transferida para aquele conjunto educacional.
Sede definitiva no atual Palácio da Justiça
Foi no Governo do Interventor Federal Argemiro de
Figueiredo, que, em julho, o então Tribunal de Apelação se
instalou definitivamente no atual prédio do Palácio da Justiça,
deixando as instalações da antiga Escola Normal. (Foto 1930 -
Escola Normal / Foto 2010 - Palácio da Justiça)
Primeira reforma do Palácio
Ao longo dos anos, o Palácio da Justiça passou por várias
reformas. A primeira foi em 1939, quando da instalação do Poder
Judiciário neste local. (Foto 2014 - Sala de Sessões do Pleno)
Sady e Ágaba: Entre o Lyceu e a Escola Normal (1923)
O 'Caso Sady e Ágaba' imortalizou-se como uma trágica história de
amor ocorrida em 22 de
setembro de 1923. O episódio envolveu o
jovem Sady Castor, aluno do Lyceu Parahybano, e a normalista Ágaba
Gonçalves de Medeiros. Sady foi assassinado por um guarda civil na
antiga Praça Comendador Felizardo em razão de seu romance com a jovem;
desolada, Ágaba tirou a própria vida dias depois, consolidando o
episódio no imaginário local como o 'Romeu e Julieta paraibano'. (Foto
1923 - Sady e Ágaba)