Museu do Poder Judiciário do Estado da Paraíba
Criado pela Resolução Nº. 06/2022, na gestão do então presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides. Foi criado com a nobre função de valorizar a memória da Justiça estadual paraibana, e de preservar objetos, peças, documentação e fatos que apresentem valor histórico relacionados ao Poder Judiciário Paraibano.
O museu encontra-se instalado nas dependências do prédio do Palácio da Justiça, atualmente é formado por 05 (cinco) espaços museais. No pavimento térreo, 01 (uma) sala de exposição de documentos históricos no térreo; e a Cripta do Presidente Epitácio Pessoa; No pavimento superior, 01 (uma) sala de exposição de longa duração da 1ª instância (sala de audiência); o Salão Nobre; a sala histórica de Sessão do Tribunal Pleno; e a sala de reunião dos desembargadores. O Museu conta ainda com uma sala da Administração, localizada no subsolo do prédio do Palácio da Justiça e duas salas Complexo Judicial Des. Sérgio Maia, uma destinada à reserva técnica e outra destinada ao Projeto de
Resgate da Memória do Judiciário Paraibano.
A administração do Museu é exercida pelo presidente da Comissão de Cultura e Memória, que atualmente é exercido pelo Des. Onaldo Rocha de Queiroga.O Museu recebe visitação de escolas, universidades, academias literárias, grêmios estudantis e outros grupos que desejarem conhecer sobre a História do Judiciário Paraibano e sobre o Presidente Epitácio Pessoa. Basta realizar o agendamento, por um dos canais de comunicação do Museu.
Exposição de documentação histórica e processos que marcaram a jurisprudência regional e que refletem a evolução das leis e dos costumes da sociedade ao longo dos séculos; de publicações oficiais do Judiciário paraibano; de vestes talares - indumentária oficial utilizada pelos desembargadores em sessões solenes e julgamentos, que representam a liturgia, o respeito e a imparcialidade do rito judiciário; Galeria dos Desembargadores que assumiram a Chefia do Poder Executivo Estadual durante períodos de transição ou vacância no Governo.
Este espaço recria ambientes históricos que permitem ao visitante compreender a evo-lução das dinâmicas jurídicas. Destacam-se a Sala de Audiência, com seu mobiliário de época, a disposição clássica das bancadas (juiz, escrevente, partes e testemunhas) e símbolos como o crucifixo e as bandeiras; e o Gabinete do Juiz, que revela o cotidiano funcional da magistratura. A experiência é complementada por uma exposição de obje-tos tridimensionais e telas do renomado artista plástico paraibano Flávio Tavares.
Este espaço preserva a trajetória do Tribunal de Justiça da Paraíba, tendo sediado suas sessões plenárias até 2013. É caracterizada por sua imponente mesa em formato de "U" e cadeiras revestidas em couro e preserva a memória do Tribunal de Justiça da Paraíba. O ambiente abriga a Galeria Histórica dos Presidentes e um acervo de pinturas a óleo sobre tela.Este espaço preserva a trajetória do Tribunal de Justiça da Paraíba, tendo sediado suas sessões plenárias até 2013. É caracterizada por sua imponente mesa em formato de "U" e cadeiras revestidas em couro e preserva a memória do Tribunal de Justiça da Paraíba. O ambiente abriga a Galeria Histórica dos Presidentes e um acervo de pinturas a óleo sobre tela.
Sala integrada à Sala Histórica de Sessões do Tribunal Pleno, que era utilizada pelos desembargadores para a vestição das indumentárias oficiais para participarem das ses-sões. O espaço abriga pinturas a óleo, quadros comemorativos e móveis clássicos que narram a trajetória do Tribunal.
O Salão Nobre é um guardião da memória jurídica estadual. O espaço abriga a Galeria dos Paraibanos no Supremo Tribunal Federal (STF) e a Galeria de Personalidades, de-dicada àqueles que moldaram a história do Judiciário paraibano. Composto por mobiliá-rio de época e refinadas obras de arte, o ambiente preserva a sobriedade e a grandeza da instituição.
O espaço tem como destaque o mausoléu de Epitácio Pessoa, o único paraibano que ocupou a Presidência da República, sepultado junto à sua esposa, Mary Sayão. Além do caráter fúnebre e histórico, o local conta com uma exposição permanente composta por pertences pessoais, registros fotográficos e pinturas a óleo que narram a vida do político paraibano.